
O ecofeminismo propõe uma reflexão sobre a relação entre a exploração da natureza e as desigualdades enfrentadas pelas mulheres, evidenciando como as mudanças climáticas e o uso predatório dos recursos naturais afetam de forma mais intensa populações vulneráveis, especialmente mulheres de baixa renda.
Desenvolvida para um concurso cultural da Feira Jardim Secreto, esta ilustração traduz esse conceito em uma composição simbólica, na qual mulher e natureza deixam de ser elementos separados e passam a existir como um único organismo. A vegetação incorporada à pele e o cabelo transformado em água representam a ideia de que o meio ambiente não é apenas o espaço que habitamos, mas parte da nossa própria existência.
Contexto: Cartaz desenvolvido para concurso cultural da Feira Jardim Secreto (São Paulo/SP).
Técnica: Ilustração digital.
Suporte: Cartaz digital.
Tamanho: A4.
Antes de iniciar a ilustração, o foco foi compreender os princípios do ecofeminismo e sua relação com as questões ambientais e sociais. A pesquisa reuniu referências sobre movimentos ambientais, simbolismos ligados à natureza e representações do feminino, buscando construir uma imagem que sintetizasse esses conceitos de maneira acessível e poética.
A intenção não era representar apenas uma personagem inserida em um ambiente natural, mas transmitir visualmente a ideia de pertencimento e interdependência entre ser humano e natureza.

A etapa de exploração concentrou-se na criação de metáforas visuais capazes de comunicar o conceito sem depender de texto.
A pele recebeu elementos vegetais para representar a integração entre corpo e natureza, enquanto o cabelo foi transformado em um fluxo de água, simbolizando um dos recursos naturais mais essenciais e, ao mesmo tempo, mais ameaçados pelas mudanças climáticas.
Também foram exploradas diferentes composições, distribuição das massas de cor e equilíbrio entre figura e elementos orgânicos até chegar à solução final.



Após a definição da composição, a ilustração foi refinada digitalmente, buscando equilíbrio entre formas orgânicas e contraste cromático.
As texturas e variações de cor foram utilizadas para reforçar a sensação de integração entre os elementos naturais e a figura humana, preservando uma leitura simples e impactante, adequada ao formato de cartaz.
O processo privilegiou uma linguagem gráfica contemporânea, mantendo o conceito como protagonista da imagem.

O resultado é uma ilustração conceitual que sintetiza os princípios do ecofeminismo por meio de uma narrativa visual simbólica. Em vez de representar a natureza como cenário, a imagem propõe que ela seja entendida como parte inseparável da identidade humana, reforçando a necessidade de cuidado, preservação e consciência ambiental.

O ecofeminismo propõe uma reflexão sobre a relação entre a exploração da natureza e as desigualdades enfrentadas pelas mulheres, evidenciando como as mudanças climáticas e o uso predatório dos recursos naturais afetam de forma mais intensa populações vulneráveis, especialmente mulheres de baixa renda.
Desenvolvida para um concurso cultural da Feira Jardim Secreto, esta ilustração traduz esse conceito em uma composição simbólica, na qual mulher e natureza deixam de ser elementos separados e passam a existir como um único organismo. A vegetação incorporada à pele e o cabelo transformado em água representam a ideia de que o meio ambiente não é apenas o espaço que habitamos, mas parte da nossa própria existência.
Contexto: Cartaz desenvolvido para concurso cultural da Feira Jardim Secreto (São Paulo/SP).
Técnica: Ilustração digital.
Suporte: Cartaz digital.
Tamanho: A4.
Antes de iniciar a ilustração, o foco foi compreender os princípios do ecofeminismo e sua relação com as questões ambientais e sociais. A pesquisa reuniu referências sobre movimentos ambientais, simbolismos ligados à natureza e representações do feminino, buscando construir uma imagem que sintetizasse esses conceitos de maneira acessível e poética.
A intenção não era representar apenas uma personagem inserida em um ambiente natural, mas transmitir visualmente a ideia de pertencimento e interdependência entre ser humano e natureza.

A etapa de exploração concentrou-se na criação de metáforas visuais capazes de comunicar o conceito sem depender de texto.
A pele recebeu elementos vegetais para representar a integração entre corpo e natureza, enquanto o cabelo foi transformado em um fluxo de água, simbolizando um dos recursos naturais mais essenciais e, ao mesmo tempo, mais ameaçados pelas mudanças climáticas.
Também foram exploradas diferentes composições, distribuição das massas de cor e equilíbrio entre figura e elementos orgânicos até chegar à solução final.



Após a definição da composição, a ilustração foi refinada digitalmente, buscando equilíbrio entre formas orgânicas e contraste cromático.
As texturas e variações de cor foram utilizadas para reforçar a sensação de integração entre os elementos naturais e a figura humana, preservando uma leitura simples e impactante, adequada ao formato de cartaz.
O processo privilegiou uma linguagem gráfica contemporânea, mantendo o conceito como protagonista da imagem.

O resultado é uma ilustração conceitual que sintetiza os princípios do ecofeminismo por meio de uma narrativa visual simbólica. Em vez de representar a natureza como cenário, a imagem propõe que ela seja entendida como parte inseparável da identidade humana, reforçando a necessidade de cuidado, preservação e consciência ambiental.
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O ecofeminismo propõe uma reflexão sobre a relação entre a exploração da natureza e as desigualdades enfrentadas pelas mulheres, evidenciando como as mudanças climáticas e o uso predatório dos recursos naturais afetam de forma mais intensa populações vulneráveis, especialmente mulheres de baixa renda.
Desenvolvida para um concurso cultural da Feira Jardim Secreto, esta ilustração traduz esse conceito em uma composição simbólica, na qual mulher e natureza deixam de ser elementos separados e passam a existir como um único organismo. A vegetação incorporada à pele e o cabelo transformado em água representam a ideia de que o meio ambiente não é apenas o espaço que habitamos, mas parte da nossa própria existência.
Contexto: Cartaz desenvolvido para concurso cultural da Feira Jardim Secreto (São Paulo/SP).
Técnica: Ilustração digital.
Suporte: Cartaz digital.
Tamanho: A4.
Antes de iniciar a ilustração, o foco foi compreender os princípios do ecofeminismo e sua relação com as questões ambientais e sociais. A pesquisa reuniu referências sobre movimentos ambientais, simbolismos ligados à natureza e representações do feminino, buscando construir uma imagem que sintetizasse esses conceitos de maneira acessível e poética.
A intenção não era representar apenas uma personagem inserida em um ambiente natural, mas transmitir visualmente a ideia de pertencimento e interdependência entre ser humano e natureza.

A etapa de exploração concentrou-se na criação de metáforas visuais capazes de comunicar o conceito sem depender de texto.
A pele recebeu elementos vegetais para representar a integração entre corpo e natureza, enquanto o cabelo foi transformado em um fluxo de água, simbolizando um dos recursos naturais mais essenciais e, ao mesmo tempo, mais ameaçados pelas mudanças climáticas.
Também foram exploradas diferentes composições, distribuição das massas de cor e equilíbrio entre figura e elementos orgânicos até chegar à solução final.



Após a definição da composição, a ilustração foi refinada digitalmente, buscando equilíbrio entre formas orgânicas e contraste cromático.
As texturas e variações de cor foram utilizadas para reforçar a sensação de integração entre os elementos naturais e a figura humana, preservando uma leitura simples e impactante, adequada ao formato de cartaz.
O processo privilegiou uma linguagem gráfica contemporânea, mantendo o conceito como protagonista da imagem.

O resultado é uma ilustração conceitual que sintetiza os princípios do ecofeminismo por meio de uma narrativa visual simbólica. Em vez de representar a natureza como cenário, a imagem propõe que ela seja entendida como parte inseparável da identidade humana, reforçando a necessidade de cuidado, preservação e consciência ambiental.