
Inspirada pelo universo do chá da tarde de Alice no País das Maravilhas e pelas cores e formas marcantes de Mary Blair, esta ilustração transforma uma cena cotidiana em uma pequena narrativa visual. À primeira vista, é apenas um encontro entre dois patos. Mas, observando com atenção, os gestos e as expressões revelam que talvez esse chá não esteja saindo exatamente como o esperado.
Contexto: Projeto acadêmico
Suporte: Papel Canson Aquarela 300gTamanho: 15cm x 10cmTécnica: Gouache e Lápis de Cor
O ponto de partida foi um exercício de composição inspirado nas naturezas-mortas da pintora flamenga Clara Peeters. A proposta era compreender como organizar os elementos da cena e conduzir o olhar do observador. A partir dessa estrutura clássica, a composição foi reinterpretada em um universo totalmente novo.








Com a composição definida, começaram os estudos de personagens, objetos e atmosfera. As referências de Mary Blair ajudaram a construir uma paleta vibrante e formas simplificadas, enquanto pequenos ajustes nas expressões dos personagens deram origem à narrativa escondida na cena.
A pintura final foi construída em guache com detalhes em lápis de cor, equilibrando detalhes e áreas simplificadas para valorizar a composição. Mais do que representar um chá da tarde, a intenção era criar uma imagem que convidasse o observador a permanecer alguns segundos a mais, descobrindo a história que acontece entre os personagens.


O resultado é uma ilustração que convida o observador a olhar além da primeira impressão. Embora a ilustração funcione como uma cena delicada à primeira vista, pequenos detalhes mudam completamente sua leitura. O pato parece empolgado demais com a própria conversa, enquanto a pata responde apenas com o olhar. É uma narrativa silenciosa, construída apenas por expressões, postura e composição, deixando espaço para que cada pessoa interprete a situação à sua maneira.


Inspirada pelo universo do chá da tarde de Alice no País das Maravilhas e pelas cores e formas marcantes de Mary Blair, esta ilustração transforma uma cena cotidiana em uma pequena narrativa visual. À primeira vista, é apenas um encontro entre dois patos. Mas, observando com atenção, os gestos e as expressões revelam que talvez esse chá não esteja saindo exatamente como o esperado.
Contexto: Projeto acadêmico
Suporte: Papel Canson Aquarela 300gTamanho: 15cm x 10cmTécnica: Gouache e Lápis de Cor
O ponto de partida foi um exercício de composição inspirado nas naturezas-mortas da pintora flamenga Clara Peeters. A proposta era compreender como organizar os elementos da cena e conduzir o olhar do observador. A partir dessa estrutura clássica, a composição foi reinterpretada em um universo totalmente novo.








Com a composição definida, começaram os estudos de personagens, objetos e atmosfera. As referências de Mary Blair ajudaram a construir uma paleta vibrante e formas simplificadas, enquanto pequenos ajustes nas expressões dos personagens deram origem à narrativa escondida na cena.
A pintura final foi construída em guache com detalhes em lápis de cor, equilibrando detalhes e áreas simplificadas para valorizar a composição. Mais do que representar um chá da tarde, a intenção era criar uma imagem que convidasse o observador a permanecer alguns segundos a mais, descobrindo a história que acontece entre os personagens.


O resultado é uma ilustração que convida o observador a olhar além da primeira impressão. Embora a ilustração funcione como uma cena delicada à primeira vista, pequenos detalhes mudam completamente sua leitura. O pato parece empolgado demais com a própria conversa, enquanto a pata responde apenas com o olhar. É uma narrativa silenciosa, construída apenas por expressões, postura e composição, deixando espaço para que cada pessoa interprete a situação à sua maneira.

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Inspirada pelo universo do chá da tarde de Alice no País das Maravilhas e pelas cores e formas marcantes de Mary Blair, esta ilustração transforma uma cena cotidiana em uma pequena narrativa visual. À primeira vista, é apenas um encontro entre dois patos. Mas, observando com atenção, os gestos e as expressões revelam que talvez esse chá não esteja saindo exatamente como o esperado.
Contexto: Projeto acadêmico
Suporte: Papel Canson Aquarela 300gTamanho: 15cm x 10cmTécnica: Gouache e Lápis de Cor
O ponto de partida foi um exercício de composição inspirado nas naturezas-mortas da pintora flamenga Clara Peeters. A proposta era compreender como organizar os elementos da cena e conduzir o olhar do observador. A partir dessa estrutura clássica, a composição foi reinterpretada em um universo totalmente novo.





Com a composição definida, começaram os estudos de personagens, objetos e atmosfera. As referências de Mary Blair ajudaram a construir uma paleta vibrante e formas simplificadas, enquanto pequenos ajustes nas expressões dos personagens deram origem à narrativa escondida na cena.



A pintura final foi construída em guache com detalhes em lápis de cor, equilibrando detalhes e áreas simplificadas para valorizar a composição. Mais do que representar um chá da tarde, a intenção era criar uma imagem que convidasse o observador a permanecer alguns segundos a mais, descobrindo a história que acontece entre os personagens.


O resultado é uma ilustração que convida o observador a olhar além da primeira impressão. Embora a ilustração funcione como uma cena delicada à primeira vista, pequenos detalhes mudam completamente sua leitura. O pato parece empolgado demais com a própria conversa, enquanto a pata responde apenas com o olhar. É uma narrativa silenciosa, construída apenas por expressões, postura e composição, deixando espaço para que cada pessoa interprete a situação à sua maneira.
