
Nem toda ilustração nasce de uma imagem. Algumas começam por uma sensação.
Este projeto parte do conceito que inspirou o pintor Wassily Kandinsky, que acreditava que formas, cores e composições poderiam despertar emoções semelhantes às provocadas pela música. Nesta série, essa ideia serviu como ponto de partida para transformar duas experiências sonoras em linguagem visual.
O desafio consistiu em criar duas ilustrações inspiradas nas músicas Wind, de Jizue, e River Pulse, de Anoushka Shankar, traduzindo suas atmosferas em composições visuais por meio de formas, cores e movimento.
Wind
Contexto: Projeto acadêmico
Suporte: Papel Canson 180ggTamanho: A4Técnica: Lápis de Cor
River Pulse
Contexto: Projeto acadêmico
Suporte: Papel Colorset vermelhoTamanho: 25cm x 24cmTécnica: Lápis de Cor
Antes de desenhar, foi preciso compreender o que cada música despertava além da melodia. Inspirada pelo conceito de sinestesia de Kandinsky, a pesquisa buscou identificar ritmos, atmosferas e emoções que pudessem ser traduzidos em linguagem visual. A proposta era transformar uma experiência sonora em imagem.

Os estudos investigaram diferentes composições, formas, direções de movimento e paletas cromáticas para encontrar a linguagem de cada obra.
Em Wind, linhas sinuosas e tons inspirados no outono e no inverno reforçam a força e a imprevisibilidade do vento. Já em River Pulse, formas ascendentes e uma paleta ligada à água, à vegetação e à cultura indiana traduzem a fluidez do rio e a dimensão espiritual da música.
Após os estudos em papel, as soluções escolhidas foram refinadas digitalmente antes da execução final.


As ilustrações finais foram produzidas com lápis de cor, explorando sobreposições, contraste e textura para construir ritmo visual.
Embora compartilhem o mesmo conceito, as duas obras foram desenvolvidas de forma independente.
Formato, composição e linguagem visual foram ajustados para refletir a identidade de cada música, mantendo a unidade da série.


A composição de Jizue alterna momentos de delicadeza e intensidade, evocando o movimento imprevisível do vento. Essa variação guiou toda a construção da ilustração.
Construção visual
A composição horizontal reforça a sensação de deslocamento, enquanto espirais e linhas sinuosas traduzem a natureza mutável do vento. A paleta inspirada nas cores do outono e do inverno contribui para criar uma atmosfera mais fria e contemplativa.

Interpretada predominantemente por uma cítara, River Pulse combina ritmo, fluidez e espiritualidade. A proposta foi representar não apenas o movimento da água, mas também a dimensão simbólica presente na música indiana.
Construção visual
As linhas ascendentes sugerem o fluxo contínuo do rio, conduzindo o olhar até a forma triangular que simboliza a conexão entre céu e terra. O azul vibrante destaca o rio como elemento central, enquanto o dourado reforça a ideia de transcendência. A escolha do fundo dialoga com cores recorrentes na cultura indiana, fortalecendo essa referência visual.


Nem toda ilustração nasce de uma imagem. Algumas começam por uma sensação.
Este projeto parte do conceito que inspirou o pintor Wassily Kandinsky, que acreditava que formas, cores e composições poderiam despertar emoções semelhantes às provocadas pela música. Nesta série, essa ideia serviu como ponto de partida para transformar duas experiências sonoras em linguagem visual.
O desafio consistiu em criar duas ilustrações inspiradas nas músicas Wind, de Jizue, e River Pulse, de Anoushka Shankar, traduzindo suas atmosferas em composições visuais por meio de formas, cores e movimento.
Wind
Contexto: Projeto acadêmico
Suporte: Papel Canson 180ggTamanho: A4Técnica: Lápis de Cor
River Pulse
Contexto: Projeto acadêmico
Suporte: Papel Colorset vermelhoTamanho: 25cm x 24cmTécnica: Lápis de Cor
Antes de desenhar, foi preciso compreender o que cada música despertava além da melodia. Inspirada pelo conceito de sinestesia de Kandinsky, a pesquisa buscou identificar ritmos, atmosferas e emoções que pudessem ser traduzidos em linguagem visual. A proposta era transformar uma experiência sonora em imagem.

Os estudos investigaram diferentes composições, formas, direções de movimento e paletas cromáticas para encontrar a linguagem de cada obra.
Em Wind, linhas sinuosas e tons inspirados no outono e no inverno reforçam a força e a imprevisibilidade do vento. Já em River Pulse, formas ascendentes e uma paleta ligada à água, à vegetação e à cultura indiana traduzem a fluidez do rio e a dimensão espiritual da música.
Após os estudos em papel, as soluções escolhidas foram refinadas digitalmente antes da execução final.


As ilustrações finais foram produzidas com lápis de cor, explorando sobreposições, contraste e textura para construir ritmo visual.
Embora compartilhem o mesmo conceito, as duas obras foram desenvolvidas de forma independente.
Formato, composição e linguagem visual foram ajustados para refletir a identidade de cada música, mantendo a unidade da série.


A composição de Jizue alterna momentos de delicadeza e intensidade, evocando o movimento imprevisível do vento. Essa variação guiou toda a construção da ilustração.
Construção visual
A composição horizontal reforça a sensação de deslocamento, enquanto espirais e linhas sinuosas traduzem a natureza mutável do vento. A paleta inspirada nas cores do outono e do inverno contribui para criar uma atmosfera mais fria e contemplativa.

Interpretada predominantemente por uma cítara, River Pulse combina ritmo, fluidez e espiritualidade. A proposta foi representar não apenas o movimento da água, mas também a dimensão simbólica presente na música indiana.
Construção visual
As linhas ascendentes sugerem o fluxo contínuo do rio, conduzindo o olhar até a forma triangular que simboliza a conexão entre céu e terra. O azul vibrante destaca o rio como elemento central, enquanto o dourado reforça a ideia de transcendência. A escolha do fundo dialoga com cores recorrentes na cultura indiana, fortalecendo essa referência visual.

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Nem toda ilustração nasce de uma imagem. Algumas começam por uma sensação.
Este projeto parte do conceito que inspirou o pintor Wassily Kandinsky, que acreditava que formas, cores e composições poderiam despertar emoções semelhantes às provocadas pela música. Nesta série, essa ideia serviu como ponto de partida para transformar duas experiências sonoras em linguagem visual.
O desafio consistiu em criar duas ilustrações inspiradas nas músicas Wind, de Jizue, e River Pulse, de Anoushka Shankar, traduzindo suas atmosferas em composições visuais por meio de formas, cores e movimento.
Wind
Contexto: Projeto acadêmico
Suporte: Papel Canson 180ggTamanho: A4Técnica: Lápis de Cor
River Pulse
Contexto: Projeto acadêmico
Suporte: Papel Colorset vermelhoTamanho: 25cm x 24cmTécnica: Lápis de Cor
Antes de desenhar, foi preciso compreender o que cada música despertava além da melodia. Inspirada pelo conceito de sinestesia de Kandinsky, a pesquisa buscou identificar ritmos, atmosferas e emoções que pudessem ser traduzidos em linguagem visual. A proposta era transformar uma experiência sonora em imagem.

Os estudos investigaram diferentes composições, formas, direções de movimento e paletas cromáticas para encontrar a linguagem de cada obra.
Em Wind, linhas sinuosas e tons inspirados no outono e no inverno reforçam a força e a imprevisibilidade do vento. Já em River Pulse, formas ascendentes e uma paleta ligada à água, à vegetação e à cultura indiana traduzem a fluidez do rio e a dimensão espiritual da música.
Após os estudos em papel, as soluções escolhidas foram refinadas digitalmente antes da execução final.


As ilustrações finais foram produzidas com lápis de cor, explorando sobreposições, contraste e textura para construir ritmo visual.
Embora compartilhem o mesmo conceito, as duas obras foram desenvolvidas de forma independente.
Formato, composição e linguagem visual foram ajustados para refletir a identidade de cada música, mantendo a unidade da série.


A composição de Jizue alterna momentos de delicadeza e intensidade, evocando o movimento imprevisível do vento. Essa variação guiou toda a construção da ilustração.
Construção visual
A composição horizontal reforça a sensação de deslocamento, enquanto espirais e linhas sinuosas traduzem a natureza mutável do vento. A paleta inspirada nas cores do outono e do inverno contribui para criar uma atmosfera mais fria e contemplativa.

Interpretada predominantemente por uma cítara, River Pulse combina ritmo, fluidez e espiritualidade. A proposta foi representar não apenas o movimento da água, mas também a dimensão simbólica presente na música indiana.
Construção visual
As linhas ascendentes sugerem o fluxo contínuo do rio, conduzindo o olhar até a forma triangular que simboliza a conexão entre céu e terra. O azul vibrante destaca o rio como elemento central, enquanto o dourado reforça a ideia de transcendência. A escolha do fundo dialoga com cores recorrentes na cultura indiana, fortalecendo essa referência visual.
